MARIANA CARAMELO MADEIRA

A Mariana, filha da Ti Teresa e do Ti Germano, mãe dos meus queridos Rogério e Miguel e mulher do Fernando – um homem recto e amigo do seu amigo – tem estado sempre muito presente na minha vida.

Mariana Caramelo Madeira

Recordo-me quando, na minha juventude, a minha prima Mariana passou uma (de muitas) temporadas em Lisboa em nossa casa. Tinha começado a namorar com um rapaz de Oliveira do Hospital (o Fernando) que veio trabalhar nas obras para Ruivós (penso que para o Ti Marrafa). Eu na minha traquinice de quem andava, possivelmente, na escola preparatória escondia-lhe a chave do correio para depois tentar ir recolher as cartas que chegavam quase todos os dias. A Mariana, uns anos mais velha, contornou as dificuldades e começou a ir esperar o carteiro ao fim da rua. É apenas um episódio de muitos que me lembro desta vida de convivência e muita, muita amizade.
Recordo com satisfação e saudade as muitas vezes que a Mariana e o Fernando me receberam em Zurique para passar curtos períodos de férias e muito especialmente daquela viagem num fim-de-semana em Junho para ser padrinho do crisma do Rogério numa linda catedral. Poucos meses depois, no dia 1 de Novembro, aconteceu o que todos sabemos.
Esta noite, 15 de Março de 2010, tive necessidade de escrever estas curtas linhas. Muito fica por dizer. Apenas quero dizer-te Mariana que gostamos muito de ti e estamos todos, com todas as nossas forças, a rezar para que consigas ultrapassar este momento doloroso que estás a viver no hospital.
Para o Miguel e o Fernando aquele chicoração do fundo da alma.

Quem me conhece sabe que ando muitas vezes com a máquina fotográfica. A minha querida prima Mariana sempre se escondia das fotografias. A que hoje edito (e das poucas que lhe consegui tirar) foi-lhe feita à janela da cozinha da casa em Zurique.
Carlos

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2 thoughts on “MARIANA CARAMELO MADEIRA

  1. É com grande tristeza que recebo esta notícia, não sabia que a Mariana estava doente, para além de sermos amigas dede a infância, também fomos mães no mesmo ano, eu da Filipa em Maio de 97 e ela do Rogério em Setembro, os nossos filhos também eram amigos e foi para a minha filha uma grande tristeza quando o Rogério partiu. Todos nós creio eu, na nossa terra gostavamos muito dele, um rapaz educado e simpático para todos, é sempre triste quando vemos um jovem na flor da idade, ser colhido pela foice da morte, agora chegou a vez da Mariana, concretizar talvez aquilo que tantas vezes terá pedido a Deus, o de se encontrar com o seu Rogério.
    Paz á sua alma

  2. con muita tristeza pois a mariana da tia teresa e du ti germano conhicia bem pois eu mais velha mas lembre me bem dela pas a sua alma

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